Atrações de Budapeste

Bairro do Castelo e Colina do Castelo

(I., Castle district (Buda))
Classificada Património Mundial, esta parte da cidade já era habitada no século XIII por apresentar caracteristicas favoráveis. Após a invasão dos tártaros, o rei Béla IV mandou construir aqui um castelo, para onde mudou a sua sede. O Bairro do Castelo situa-se na Colina de Castelo, a 180 metros de altitude. Tem quilómetro e meio de comprimento e em certos locais até meio quilómetro de largura. Nesta zona existem três igrejas, cinco museus, muitos edifícios emblemáticos, monumentos, ruas e praças históricas, além de um teatro, quatro hotéis, vários atractivos restaurantes, cafés, galerias de arte e lojas de lembranças. Do Bastião dos Pescadores e do terraço em frente à Galeria Nacional tem-se um majestoso panorama da cidade.

Opera Nacional Húngara

(VI., Andrássy út 22)
Inaugurada em 1884, foi considerada uma das mais sumptuosas óperas da Europa. As suas formas neoclássicas e neo-renascentistas foram projectadas pelo maior arquitecto húngaro do século XIX, Miklós Ybl. O seu magnífico átrio da entrada, a elegante escadaria principal e a sala de espectáculos em forma de uma ferradura são atracções turísticas. Já nela actuaram, ao | longo da sua existência, vários maestros famosos, como Gustav Mahler e Otto Wemperer.

Praça dos Heróis

(XIV., Parque da Cidade)
A praça mais espectacular da capital situa-se à entrada do Parque da Cidade. Chegando da Avenida Andrássy, já se vê ao longe a coluna central de 36 metros do Monumento do Milénio, que tem no topo o Arcanjo Gabriel segurando a Santa Coroa e a cruz apostólica. A coluna está rodeada dos dois lados por duas colunatas curvas. No interior das colunatas estão estátuas de húngaros célebres; nas suas extremidades podem ver-se estátuas alegóricas (Trabalho, Prosperidade, Saber, Glória, Paz). Em frente ao monumento encontra-se o Túmulo do Soldado Desconhecido; do lado direito fica o Palácio da Arte e do esquerdo o Museu de Belas-Artes. Este conjunto salienta a magnífica arquitectura da Praça dos Heróis.

Patrimónios, Mundiais, em Budapeste

O Bairro do Castelo e o cais do Danúbio

Não se esqueça que com o Cartão Budapeste poderá descobrir a cidade poupando ainda mais dinheiro! O Bairro do Castelo é um núcleo urbano ancestral e ao mesmo tempo o principal conjunto de monumentos do pais. Embora tenha sofrido, ao longo dos seus 800 anos de história, muitos sinistros, teiTamotos, incêndios, cercos e guerras mundiais, ainda mantém a sua beleza, guardando maravilhosos vestígios medievais. O turista tem a impressão de recuar ao passado, a um mundo oompletamente diferente e tranquilo onde na entrada das casas barrocas se encontram murais romanos e nichos medievais. No subsolo encontra-se um sistema de grutas e ca\es de uma dimensão impressionante. Durante a II Guerra Mundial abrigaranvse nestas grutas 20.000 soldados alemães. A atracção mais visitada é a Praça da Santíssima Trindade, onde se situa um dos mais característicos edifícios de Budapeste, a Igreja Mátyás, oom mais de 700 anos. A sua torre gótica e o Bastião dos Pescadores por trás dela são, em oonjunto, dos monumentos mais fotografados. Esta igreja foi durante séculos local de coroações. A partir de 1541 e por alguns anos foi transformada numa mesquita turca e depois novamente consagrada como templo católico. No seu interior enoontramos o jazigo ornamentado do rei Béla III e da sua esposa, bem como uma rica colecção de arte sacra que também atrai muitos turistas. O Bastião dos Pescadores foi constroído em estilo neo-românico e ocupa o lugar das antigas muralhas medievais. Daqui usufrui-se de umas vistas maravilhosas da cidade. Ao seu lado está o primeiro hotel de luxo de Budapeste, constroído há mais de 25 anos, o Hotel Hílton, cuja arquitectura concilia o antigo e o novo. No seu pátio interno encontramos o claustro de um mosteiro medieval e o interior do hotel integra as ruínas de uma igreja, onde no Verão se organizam espectáculos. Uma parte importante do Bairro do Castelo é o Palácio Real e seus anexos, situados um pouco afastados do centro do Bairro. Este conjunto de edifícios sofreu gra\es danos na II Gueira Mundial, tendo entretanto adquirido novas funções. Várias alas do Palácio foram transformadas em museus, estando também aqui instalada a Biblioteca Nacional Széchenyi. O Palácio Sándor, antiga residência oficial dos primeiros-ministros, é hoje a residência do Presidente da República. O Bairro do Castelo e os seus belosedifícios criam um conjunto haimonioso com os edifícios que se encontram na base da Colina do Castelo, no cais do Danúbio, e com os Banhos Rudas. Estes banhos, construídos em 1566 por ordem do paxá otomano Sokoli Mustafa, foram um lugar de culto, devido ao mosteiro de dervixes que existia bem próximo. O panorama completa-se com as rochas da Colina Gellért e as pontes que atravessam o Danúbio. Do outro lado do rio domina o Parlamento, um edifício centenário de estilo neogótico da autoria de Imre Steindl. Por trás dele contempla-se a torre do maior edifício sacral de Budapeste, a Basílica de Santo Estêvão. Não muito longe, em Peste, à cabeceira da Ponte das Correntes encontramos o majestoso edifício da Academia Húngara das Ciências e, junto deste, o Palácio Gresham, uma oonstrução de estilo secessionista que abriga um dos mais elegantes hotéis de Budapeste, o Four Seasons Gresham Palace. A fileira de hotéis na margem do Danúbio e o sumptuoso edifício do Vigado completam este maravilhoso panorama.

A Avenida Andrássy e o metropolitano

Utilize o seu Cartão Budapeste, com qual poderá viajar gratuitamente também de metropolitano! A Avenida Andrássy e seus arredores compõem um conjunto arquitectónico homogéneo dos finais do século XIX, estruturado de uma maneira bem visível. O seu nome presta homenagem ao primeiro-ministro que, na época, fez muito para converter Budapeste numa metrópole. Aqui podemos ver o creme da arquitectura ecléctica, tal como a Ópera Nacional e os prédios da avenida que, no seu interior, escondem maravilhosos pátios, estátuas ou fontes. Não só estes edifícios são dignos de chamar a nossa atenção, mas também a própria avenida com a sua estrotura planeada ao detalhe. Com quase 2,5 quilómetros de comprimento, a avenida foi construída segundo o modelo dos boulevards franceses. Antigamente tinha uma faixa extra para os cavaleiros. Uma das particularidades da Avenida Andrássy quase não se vê à superfície. Só as entradas decoradas com parapeitos de ferro forjado indicam que na profundidade circula, há mais de 125 anos, o primeiro metropolitano da Europa, hoje oom um percurso bem mais longo do que o original. A Avenida termina na Praça dos Heróis, onde podemos oontemplar o Monumento do Milénio, concebido para as Comemorações do Milénio Húngaro, em homenagem à conquista da pátria húngara. Numa extremidade da praça enoontra-se o Museu de Belas- Artes, que alberga a segunda maior colecção de pinturas espanholas do mundo; na outra pode ver-se o Palácio da Arte, espaço de sucessivas exposições temporárias. Por trás da Praça dos Heróis fica o Parque da Cidade, a principal atracção turística da capital. Tal fica a deverr-se à sua enorme extensão \«rde, ao seu lago e aos vários pólos culturais e de lazer que acolhe (o Jardim Zoológico, o Parçue de Diveisões, o Grande Circo, os Banhos Széchenyi, o Castelo de Vajdahunyad, o Museu da Agricultura e o Museu dos Transportes, bem oomoo Pavilhão Petõfi).

Palácio das Artes

IX., Komor Marcell utca 1
Entre a Ponte Lágymányosi e o Teatro Nacional situa- se o Palácio das Artes, um complexo cultural moderno que alberga a Sala Nacional de Concertos Béla Bar- tók, a mais recente sala de concertos da capital, o Museu Ludwig e o Teatro Nacional de Dança (no Teatro Feszti- vál). Nesta instituição cultural, inaugurada em Março de 2005, já actuaram orquestras e companhias artísticas como a Orquestra Sinfónica de Chicago, o grupo londrino St. Martin-in-the-Fields ou o Netherland Dance Theater. Na exposição permanente do Museu Ludwig podemos contemplar obras de Picasso, Warhol e dos maiores artistas húngaros contemporâneos. As enormes dimensões do Palácio podem ser admiradas também por dentro. No interior encontra-se uma loja de música, uma de lembranças, uma livraria, um restaurante e um café.

Vale a pena verr

Bastião dos Pescadores

I., Szentháromság tér
Um monumento relativamente novo, junto à Igreja Mátyás. A sua construção começou em 1895, no lugar de um mercado medieval onde se vendia peixe e das antigas muralhas defendidas pela Corporação dos Pecadores, daí o seu nome. Este edifício de estilo neo-românico tem apenas uma função decorativa. Os turistas visitam-no por causa das magníficas vistas de Peste.

Palácio Real

Distrito I
Um dos símbolos do país, que entre os séculos XIII e XX esteve sempre envolvido em guerras e conquistas. Foi habitado por turcos, pelos Habsburgos, foi demolido três vezes e reconstruído três vezes sempre no estilo arquitectónico dominante das épocas respectivas. A sua forma clássica actual foi concebida depois da II Guerra Mundial. O edifício alberga a Galeria Nacional Húngara, o Museu de História de Budapeste e Biblioteca Nacional Széchenyi.

Mercado Central

IX., Fővám tér 1–3
É o maior e também o mais belo mercado da capital. Foi construído em 1890 segundo os projectos de Samu Petz. Desde o seu restauro em 1994 que é o mais visitado e mais popular mercado entre os turistas. Ao seu lado, junto à Ponte da Liberdade, situa-se o majestoso edifício da Universidade Corvinus.

Ponte das Correntes

Ao contemplarmos a mais antiga ponte da capital iluminada, vislumbrando por trás dela o Castelo de Buda, ficamos sem fôlego. Esta vista já atraiu muitos turistas a Budapeste. A ponte foi construída entre 1839 e 1849, por iniciativa do conde István Széchenyi, segundo um projecto de William Tiemey Clark. Pelas obras foi responsável um arquitecto com o mesmo apelido, Adam Clark. Durante a II Guerra Mundial foi destruída, e, em 1949, no centenário da sua construção, reconstruída.

Academia de Ciências Húngara

V., Roosevelt tér 9
É o edifício mais antigo e mais importante da Praça Roosevelt. Este edifício, construído entre 1862 e 1864, deve a sua perfeita forma neo-renascentista ao arquitecto berlinense Friedrich August Stúler. No interior da Academia encontram-se, além dos escritórios e do magnífico átrio (espaço adornado com pinturas de Károly Lotz, onde se organizam concertos), salas de conferências e reuniões, bem como uma biblioteca de inestimável valor científico. As estátuas alegóricas no espantoso vestíbulo e na fachada são da autoria de Miklós Izsó e Emil Wolf. „Honfoglalás" (Conquista da Pátria) da autoria de Mihály Munkácsy. Desde o ano 2000 podem ver-se no Parlamento as insígnias reais: a coroa de Santo Estêvão, o ceptro, o globo imperial e uma espada da época do Renascimento. .

Parlamento

V., Kossuth tér 1–3
O maior edifício do país, o local permanente da Assembleia Nacional, situa-se no cais do Danúbio, dando a sua entrada principal para a Praça Kossuth. Este complexo neogótico foi construído entre 1884 e 1904 segundo os projectos de Imre Steindl. O edifício tem 691 salas, um comprimento de 268m e uma cúpula com 96m de altura. A escadaria principal tem frescos de Károly Lotz e esculturas de Gyõrgy Kiss. Na sala Munkácsy, que abre para a sala presidencial, podemos admirar a obra de arte mais valiosa do Parlamento, a pintura „Honfoglalás" (Conquista da Pátria) da autoria de Mihály Munkácsy. Desde o ano 2000 podem ver-se no Parlamento as insígnias reais: a coroa de Santo Estêvão, o ceptro, o globo imperial e uma espada da época do Renascimento.

Monumento da Libertação

XI., Colina Gellért
A estátua de 14 m de altura foi concebida por Zsigmond Kisfaludy Stróbl, excelente escultor da época, e erguida para comemorara libertação do país, em 1947. O período que se seguiu à guerra foi também o início do domínio soviético, mas após a queda do comunismo esta estátua não foi demolida, já que entretanto se tornou um símbolo da cidade. Ao pé da figura central, uma mulher segurando uma folha de palma, encontram-se duas outras estátuas alegóricas que representam o progresso e a luta contra o Mal.

Estátua de São Gellért

XI., Colina Gellért
Na vertente sul da Colina Gellért, sobranceira à Ponte Isabel, ergue-se a estátua do Bispo Gellért, mártir do século XI. Segundo a lenda, um grupo de pagãos fechou o religioso num barril cheio de agulhas, lançando-o depois ao Danúbio. A beleza desta estátua é salientada atrás por uma colunata semicircular e em baixo por uma fonte que forma uma cascata.

Atraccoes para tres dias

Caro Visitante, esperamos que Budapeste conquiste o seu coração e que consiga ficar pelo menos três dias... Além do Palácio Real, do cais do Danúbio ou da Avenida Andrássy, a cidade tem muitas mais atracções para ver. Adquira o Cartão Budapeste para 72 horas e vá descobrir a cidade! O Parlamento é um edifício dominante na paisagem de Peste. Quer o seu exterior neogótico, quer o seu interior são maravilhosos. Aqui estão guardadas as insígnias reais: a coroa, o globo imperial e o ceptro - apenas o manto da coroação, com mais de mil anos, está exposto no Museu Nacional. Perto daqui fica a Basílica de Santo Estêvão, o maior edifício sacral de Budapeste, onde podemos admirar a relíquia mais importante do país, o antebraço mumificado de Santo Estêvão, primeiro rei húngaro. A cúpula da igreja pode ser rondada, tendo-se dela uma vista magnífica da cidade. A cinco minutos a pé da Basílica, em direcção á Ponte das Correntes, situa-se o Palácio Duna, um edifício de estilo barroco construído em 1895 que, antigamente, era o casino do bairro Lipótváros. Actualmente, na sua sala organizam-se concertos sinfónicos e programas de folclore. Perto, na Avenida Andrássy, fica um dos mais belos monumentos da capital: a Ópera Nacional. Vale a pena visitá-la, não só devido aos seus espectáculos, mas também á sua magnífica escadaria e belos interiores. Não se limite a contemplar o exterior, vá assistira um espectáculo na Ópera! O cartaz apresenta quase todos os dias peças de ópera ou ballet de compositores clássicos ou contemporâneos.

A todos os que se interessam pela história dos transportes e gostam de veros antigos objectos e curiosidades associados ao sector, recomendamos uma visita ao Museu dos Transportes. Na colecção patente no Parque da Cidade poderão ver desde os antigos modelos de automóveis até uma cabina espacial. A colecção de maquetes do museu tem fama mundial devido às impressionantes réplicas, em tamanho reduzido, de locomotivas, carruagens e navios. No Parque da História dos Caminhos-de-Ferro, que tem uma colecção de cerca de cem antigos comboios, podem contemplar comboios verdadeiros que ainda funcionam e inclusive pilotar alguns deles.

Em Aquincum, na antiga sede provincial, aguardam os visitantes recordações do Império Romano. Contemplando as suas ruínas, não será difícil imaginara cidade repleta de banhos, anfiteatros e soldados. No Palácio de Nagytétény existe uma rica exposição de móveis que nos leva a épocas mais tardias: ao Renascimento, ao Barroco, ao Biedermeier e ao Classicismo. Daqui perto fica Budafok, famoso pela sua vinicultura. No seu gigante sistema de caves amadurecem excelentes espumantes e vinhos. Uma visita às caves, com prova de vinhos incluída, demorará pelo menos meio dia. Visitar o Parque Memento num outro dia pode ser uma experiência inesquecível. As gigantes estátuas ou monumentos que foram recolhidos de todo o país, mas principalmente das praças da capital, evocam a época comunista e criam um conjunto surpreendente.

Budapeste é uma cidade de banhos. As suas águas curativas já eram mencionadas por viajantes no século XVI. Os Banhos Rudas foram construídos por essa altura, sendo que alguns dos seus equipamentos originais ainda hoje são utilizados. Os Banhos Gellért são os mais elegantes e orgulham-se do seu jacuzzi, da piscina exterior, das piscinas de água termal e dos tratamentos curativos, todos de qualidade excelente. Vale a pena enriquecer os nossos passeios, visitas a museus ou banhos com prazeres culinários. Recomendamos os restaurantes „Kisbuda Gyóngye", „Alabárdos", „Aranyszarvas" ou „Kárpátia". Todos eles têm um interior magnífico e os pratos são preparados segundo as tradições da cozinha húngara. O mesmo se pode dizer do famoso restaurante „Mátyás Pince". Das confeitarias vale a pena experimentar a „Mozart", na Avenida Erzsébet, com os seus deliciosos bolos. Atractivase elegantes sáo também a confeitaria „Gerbeaud" na Praça Vórósmarty e a confeitaria „Zsolnay" do Hotel Béke, onde os doces são servidos em pratos de porcelana da uma das mais famosas fábricas de porcelana da Hungria (Zsolnay em Pécs). Enfim, desejamos que durante os seus passeios por Budapeste fique com a opinião de que é impossível não adorar esta cidade!

Mais atrações

Palácio Duna

V, Zrínyi utca 5
Este edifício neobarroco, construído em 1895 segundo um projecto de Vilmos Freund, encontra-se entre a Basílica de Santo Estêvão e a Ponte das Correntes. Foi, antigamente, o casino do bairro Lipótváros. Todos os anos gastavam- se milhões em fins artísticos e no apoio a jovens talentos. Organizavam-se aqui concertos e bailes de nível superior, para os quais eram contratados quase todos os mais famosos artistas da época. Por várias vezes remodelado, o edifício recebeu a sua forma actual em 1941. Na sala de espectáculos organizam-se regularmente actuações de música popular e concertos sinfónicos.

Ponte Isabel

No ano da sua construção (1903) foi considerada a ponte pênsil mais comprida do mundo, recorde que manteve até 1926. Foi baptizada com o nome da esposa do imperador austríaco, Francisco José, por se tratar de uma personalidade muito popular entre os Húngaros. Em 1945 foi destruída pelos alemães. Recebeu a sua forma actual em 1964, pelo arquitecto Pál Sávoly.

Pátio Gozsdu

Renovada recentemente, esta atracção no centro da cidade fica a uns minutos a pé da Praça Deák. O Pátio Gozsdu, que une o n° 13 da Rua Király e o n° 16 da Rua Dob, situa- se numa zona da capital especialmente rica em referências e monumentos culturais, históricos e arquitectónicos (nos arredores encontra-se a Praça Liszt Ferenc, a Academia de Música, a chamada Broadway de Peste e a Ópera Nacional). Actualmente, este edifício secessionista integra uma área habitacional (com 11 moradias) e distintos espaços abertos ao público, incluindo galerias e cafés, onde decorrem exposições, feiras gastronómicas e concertos.

Palácio Gresham

V., Roosevelt tér 5–6
Este edifício de estilo secessionista foi construído em 1907 por encomenda da companhia de seguros Gresham, de Londres, tendo obedecido aos projectos dos irmãos József e László Vágó e de Zsigmond Quittner. No edifício encontravam-se os mais modernos apartamentos de luxo e escritórios da época. No topo da fachada, entre várias estátuas podemos contemplar o busto de Sir Thomas Gresham, fundador da Bolsa de Londres. Em 2004, foi inaugurado o mais caro hotel de luxo de Budapeste (Four Seasons).

Instituto de Geologia

XIV., Stefánia út 14
Um dos mais belos edifícios de estilo secessionista da cidade. Foi projectado por Ódòn Lechner. O seu telhado coberto de cerâmicas em azuis-claros e os ornamentos de cerâmica azul de Zsolnay estão em perfeita sintonia com a fachada em tons de amarelo e castanho. No telhado central vêem-se três figuras humanas a sustentar um globo. O instituto alberga um museu de pedras e minerais.

Casa da Secessão Húngara

V., Honvéd utca 3
A Casa Bedõ, construída em 1903 segundo um projecto de Emil Vidor, é um excelente exemplar do estilo secessionista, em voga no início do século XX. Este edifício maravilhosamente restaurado e mobilado acolhe uma exposição permanente, dispersa por 600 metros quadrados, de objectos secessionistas. Os visitantes têm também ao seu dispor uma pequena loja e uma cafetaria.

A Pál utcai fiúk (Os Meninos da Rua Paulo)

VIII., Práter utca 15
No centenário da sua criação (em Setembro 2007) foi erigida esta escultura de homenagem a uma das mais populares novelas húngaras, „Os Meninos da Rua Paulo". A cena mais conhecida da novela, já traduzida para 35 línguas, é quando os irmãos Pásztor do gang das Camisas Encarnadas, encostando-se a um muro, estão a observar o gang dos meninos da Rua Pál a jogar gude (jogo com bola tradicional da Hungria). Esta cena foi esculpida em bronze pelo escultor Péter Szanyi. A escultura encontra-se no bairro VIII, em frente à Escola Primária da Rua Práter. Esta obra invulgar, harmonizada com o ambiente degradado do local, transmite perfeitamente o ambiente dos princípios do século XX.

Ponte da Liberdade

O seu nome original era Ponte Francisco José e foi construída em 1899. Em 1945, após a demolição de todas as pontes da cidade, foi a primeira a ser reconstruída e reinaugurada em 1946, já que sofrera menos danos do que as outras. Na sua reconstrução houve o cuidado em manter todos os motivos decorativos originais, como as míticas aves turul ou o escudo real.

Praça da Liberdade

V., Szabadság tér
Esta praça, uma das mais imponentes da cidade, está rodeada de edifícios magníficos. Em frente ao Banco Nacional Húngaro, ricamente adornado, situa-se o ecléctico edifício secessionista da antiga Bolsa, hoje sede da Televisão Húngara. Ambos foram construídos em 1905 segundo projectos de Ignác Alpár. O edifício da Embaixada dos Estados Unidos, construído entre 1899 e 1901, é também digno da nossa atenção. No extremo norte da praça fica o monumento aos soldados mortos durante o cerco de Budapeste em 1945. É o único monumento comunista que não foi demolido depois da queda do comunismo.

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